Gastronomie/Gastronomy

Gastronomia

Após um almoço marroquino

Eles têm almas vagabundas, nobres e desinteressadas que se entregam a uma siesta imóvel em divãs estofados com fina lã, e contemplam o Mediterrâneo através de olhos semicerrados. Já podemos ouvir a água a ferver nas taças do samovar. Fiel à tradição, o nosso anfitrião, levanta-se para preparar o chá de menta…. Oh, aquele odor que nos toca a garganta como um dedo gelado, que mergulha nas profundezas dos pulmões, faz lembrar neve e pimenta subtil, acorda o espírito e engana a sede! – um molho verde de menta enrugada. Colette (1873-1954

ChaMarrocos2

After a Moroccan lunch

They have slut, noble and selfless souls who indulge in a still siesta on couches upholstered with fine wool, and contemplate the Mediterranean through half-closed eyes. We can hear the water boiling in the samovar bowls. True to tradition, our host, gets up to prepare the mint tea…. Oh, that odor that touches the throat like an icy finger, plunging into the depths of the lungs, is reminiscent of snow and subtle pepper, awakens the spirit and deceives the thirsty! – A green wrinkled mint sauce. Colette (1873-1954

Après un déjeuner marocain

Ils ont putes, nobles et altruistes âmes qui se livrent à une sieste fixes sur canapés rembourrés avec de la laine bien, et envisagent la Méditerranée à travers les yeux mi-clos. Nous pouvons entendre l’eau bouillante dans les bols de samovar. Fidèle à la tradition, notre hôte, se lève pour préparer le thé à la menthe …. Oh, cette odeur qui touche la gorge comme un doigt glacé, plongeant dans les profondeurs des poumons, rappelle la neige et le poivre subtile, éveille l’esprit et trompe le siège! – Une sauce vert menthe froissées. Colette (1873-1954

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *